9º domingo do tempo comum

Categoria (Artigos) por Pastoral Comunicação em 03/07/2011

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Construir na Rocha!

Em Dt 11, 18. 26-32 temos um discurso de Moisés no final da vida. Ele relembra aos Hebreus os compromissos assumidos para com Deus e os convida a renovar a Aliança com o Senhor. É um convite a ter a Palavra de Deus sempre presente: “gravada no coração e na alma”.

Jesus, em Mt 7, 21-27, afirma solenemente: “Nem todo aquele que me diz, ‘Senhor, Senhor entrará no Reino dos Céus, más sim aquele que pratica a vontade de meu Pai que está nos céus’”.

Na ocasião em que o Senhor pronunciou essas palavras, falava diante de muitos que tinham transformado a oração numa mera recitação de palavras e fórmulas, que depois não influíam em nada na sua conduta hipócrita e cheia de malícia. O nosso diálogo com Cristo não deve ser assim: Ensinava São Josemaria Escrivá: “A tua oração tem de ser a do filho de Deus; não a dos hipócritas, que hão de escutar de Jesus aquelas palavras: “Nem todo aquele que diz Senhor!, Senhor! entrará no Reino dos Céus”. – A tua oração, o teu clamar; Senhor!, Senhor!, tem de andar unido, de mil formas diversas no teu dia, ao desejo e ao esforço eficaz de cumprir a vontade de Deus” (Forja, nº 358). Leia Mais »

8º domingo do tempo comum

Categoria (Artigos) por Pastoral Comunicação em 02/26/2011

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“Eu não te esquecerei jamais!”

No Evangelho, Jesus manda contemplar os lírios do campo que não se matam de tanto trabalhar e, não obstante isso, Deus os veste de maneira tão maravilhosa!… e acrescenta: “Se Deus age assim com eles, o que não fará por vos?!”

Deus cuida de nós, mas não dispensa nosso esforço para garantir o próprio sustento! Ele não quer cristãos preguiçosos e nem preocupados em demasia com o bem-estar material. Deus sabe de tudo o que precisamos para viver com dignidade e tranqüilidade. Basta colocar Deus em primeiro lugar, o resto virá de acréscimo! Manter-se ocupados, sim; de forma alguma, preocupados como se Deus não existisse! Esta seria uma atitude própria de pagãos que não têm fé!

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7º domingo do tempo comum

Categoria (Artigos) por Pastoral Comunicação em 02/22/2011

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Amor a quem? Aos inimigos? Sim. Aos que nos odeiam e aos que nos maltratam, aos que nos perseguem e aos que falam mal de nós, nem excluímos os que difamam a Igreja e os que injuriam os ministros de Deus. Também os insensatos que afirmam disparates contra a fé e os bons costumes tentando corromper a família, a juventude e as crianças, devem ser objetos do nosso amor que perdoa. Enfim, todos os que nos consideram inimigos – nós, ao contrário, não somos inimigos de ninguém – se sintam amados e perdoados por nós. O amor de Cristo não conhece fronteiras e nós, seus discípulos, também devemos desconhecê-las. Leia Mais »

6º domingo do tempo comum

Categoria (Artigos) por Pastoral Comunicação em 02/14/2011

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Mateus, no seu evangelho, apresenta às suas comunidades oriundas do judaísmo Jesus como sendo aquele que vem atender às expectativas suscitadas pelo Primeiro Testamento.

Jesus, no Evangelho de hoje, diz que não veio para destruir a Lei antiga, referindo-se aos dez mandamentos recebidos por Moisés, mas para ensinar a cumpri-las plenamente. O que Ele pretende é restaurar, aperfeiçoar as ordens estabelecidas ao povo de Israel. O Primeiro Testamento prometia o Reino de Deus que traria bem-estar, prosperidade e felicidade para todos e o cumprimento fiel da Lei contida nas Escrituras era a forma de se conquistar estas promessas.

Naquele tempo os escribas eram os doutores intelectuais, que se julgavam donos do saber e, portanto, aptos a interpretar as Escrituras para os outros, criticando os que a descumpriam segundo as suas próprias interpretações e incluindo Jesus nas suas críticas. Como pessoas esclarecidas, os escribas sabiam muito bem o que se devia fazer, mas não o faziam e nem sempre ensinavam aos outros o que Deus pedia, criando uma burocracia que escravizava e controlando duramente a população. Leia Mais »

5º domingo do tempo comum

Categoria (Artigos) por Pastoral Comunicação em 02/06/2011

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Ser Sal e Luz do Mundo

No evangelho (Mt 5, 13-16) o Senhor fala-nos da nossa responsabilidade perante o mundo: Vós sois o sal da terra… Vós sois a luz do mundo. E diz isso a cada um de nós, àqueles que queremos ser seus discípulos.

Jesus proclama-se luz do mundo (Jo 9, 5). Hoje Ele nos diz: “Vós sois a luz do mundo.” Só poderemos iluminar se tivermos sido iluminados por Cristo. Jesus acrescenta que não se acende uma lâmpada para colocá-la debaixo de um alqueire, mas no candelabro para que brilhe para todos os que estão na casa. Jesus diz mais: “A vossa luz brilhe diante dos homens, para que, vendo as vossas boas obras, glorifiquem o vosso Pai que está nos céus.” Portanto, a maneira concreta de sermos luz do mundo é pelas boas obras.

O sal dá sabor aos alimentos, torna-os agradáveis, preserva da corrupção e era, no passado, um símbolo da sabedoria divina. No Antigo Testamento, prescrevia-se que tudo que se oferecesse a Deus devia estar condimentado com sal (cf. Lv 2, 13), para significar o desejo de que a oferenda fosse agradável. A luz é a primeira obra da criação (Gn 1, 15), e é o símbolo do Senhor, do Céu e da Vida. As trevas, pelo contrário, significam a morte, o inferno, a desordem e o mal. Os discípulos de Cristo são o sal da terra: dão um sentido mais alto a todos os valores humanos, evitam a corrupção, trazem com as suas palavras a sabedoria aos homens. São também luz do mundo, que orienta e indica o caminho no meio da escuridão. Quando os cristãos vivem segundo a sua fé e têm um comportamento irrepreensível e simples, brilham como astros no mundo (Fil 2, 15), no meio do trabalho e dos seus afazeres, na sua vida normal. Leia Mais »